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Gita Gopinath é a primeira mulher economista-chefe do FMI


Gita Gopinath é a primeira mulher economista-chefe do FMI

O mundo está mudando. Prova disso é a notícia divulgada no começo de outubro de que o Fundo Monetário Internacional será, pela primeira vez em sua história, comandado por uma mulher. A economista indiana e professora de Estudos Internacionais e Economia da Universidade Harvard Gita Gopinath, é a primeira mulher a se tornar economista-chefe do FMI a partir do início de 2019. O anúncio foi feito pela diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde.

Gita é uma das economistas mais destacadas do mundo, com credenciais acadêmicas impecáveis, um histórico comprovado de liderança intelectual e extensa experiência internacional. Estou honrada em nomear uma pessoa com tanto talento como nossa economista.”, disse Lagarde, em comunicado. 

A nova economista-chefe do FMI foi listada em 2014 como uma das 25 top economistas com menos de 45 anos pelo FMI e escolhida em 2011 pelo Fórum Econômico Mundial como Jovem Líder Global.

Gita nasceu e foi criada na Índia, mas tem cidadania americana. Ela é Ph.D. em Economia pela Universidade de Princeton, depois do título de bacharel da Universidade de Delhi e mestrado na Delhi School of Economics e University of Washington. Em 2001, Gita entrou na Universidade de Chicago como professora assistente, mudando em 2005 para Harvard, onde passou a ser professora titular em 2010.

Gopinath disse que a nomeação é “muito emocionante”.

Avançando e engajando-me com os formuladores de políticas quando tantos países estão entrando em crises me permite aprender a tomar importantes decisões políticas”, disse Gopinath, “essa é uma experiência difícil de reproduzir apenas em meu escritório em Harvard”.

A recém- nomeada é coeditora da American Economic Review e codiretora do Programa Internacional de Finanças e Macroeconomia do Departamento Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, na sigla em inglês). Gita é ainda coeditora do Manual de Economia Internacional com o ex-conselheiro econômico do FMI Kenneth Rogoff. Ela escreveu perto de 40 artigos científicos sobre taxas de câmbio, comércio e investimento, crises financeiras internacionais, política monetária, dívida e crises de mercados emergentes.

Fonte: Estadão

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