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Sandra Moretti quer vencer a pouca representatividade feminina


Sandra Moretti quer vencer a pouca representatividade feminina

Policial militar há 22 anos, a Cabo Sandra Moretti, foi candidata a deputada federal pelo MDB de São Paulo na disputa deste ano, como sua primeira empreitada na vida política. O interesse surgiu pelo destaque profissional e também por sua história de vida, segundo ela. Incentivada pela tenente-coronel Carla Basson, candidata a vice-governadora na chapa do  candidato emedebista ao governo, Paulo Skaf, Sandra conquistou a atenção de lideranças políticas e de eleitores ao falar sobre representatividade feminina em todas as esferas de poder. Como resultado, conquistou quase 8 mil votos.

Acredito que as mulheres devem se engajar na política por encararem desafios com firmeza. É nosso papel participar. Devemos lutar pelos direitos das mulheres, trabalhadoras, mães de famílias”, defende a emedebista.

Formada em Fotografia, mãe de dois filhos e casada, Sandra já passou por diversos setores, como o atendimento 190, administração e na escolta de detentos sentenciados em transferências de penitenciárias e para depoimentos na Justiça. Em suas redes sociais, é possível ver o interesse das seguidoras e seguidores em sua trajetória de vida, que começou a chamar atenção quando ganhou, em 2013, o título de Miss Simpatia da PM do estado. O interesse de Cabo Sandra, como gosta de ser chamada, pela política surgiu pela vontade de ajudar a sanar não só questões das mulheres, mas problemas sociais em geral. Ela conta que passou por muitas dificuldades durante a infância e, por isso, se vê em muitas pessoas que estariam em melhores condições de vida se lhe fossem oferecidas oportunidades dignas.

A tenente-coronel Carla Basson enxergou no meu perfil a possibilidade de ampliar esse tipo de ajuda para o coletivo, para expandir. Acredito que a filosofia de sanar desigualdades seja minha força motriz para o meu interesse em ingressar na política”, revela Sandra, uma das representantes do MDB Mulher em São Paulo.

Para a emedebista, a experiência da primeira candidatura a um cargo eletivo foi um grande aprendizado e uma oportunidade de expandir o círculo de convívio, principalmente por ter conhecido histórias bonitas de mulheres transformadoras, engajadas e inspiradoras que a incentivam a continuar fazendo política.

Sinto que uma semente foi plantada dentro de mim. Recebi propostas e apoio público, me sinto feliz e realizada. Minha história política não acaba aqui”, conta a policial militar.

Sandra acredita que as mulheres devem, sim, se encorajar a ocupar esse espaço e lutar pelos ideais coletivos. “Percebemos que temos força e capacidade de atuação equivalentes às de um homem, pois na própria Constituição Federal somos iguais, temos o direito de isonomia, de igualdade, independente do gênero”, defende.

Essa é a tese defendida também pelo programa nacional de incentivo à participação feminina na política do MDB Mulher Nacional, o Mulheres Transformadoras, que empoderou e conquistou 350 brasileiras dispostas a participarem da disputa eleitoral este ano e segue defendendo as bandeiras femininas. Isso é a transformação.

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