• Ínicio
  • Girl Games: mulheres criam games com temáticas femininas

Girl Games: mulheres criam games com temáticas femininas


Girl Games: mulheres criam games com temáticas femininas

Atualmente, 51% do mercado consumidor de games é composto por mulheres. O universo dos jogos, no entanto, é voltado para o mundo masculino. Para mudar essa realidade, o Goethe-Institut de São Paulo e a revista internacional SOFA estão realizado uma vivência de duas semanas, o Girl Games, voltada para o aprendizado prático de programação e desenvolvimento de jogos digitais. Foram selecionadas 13 jovens mulheres brasileiras, alemãs, argentinas, bolivianas, colombianas e peruanas, para participarem do projeto, no qual deverão criar games de temáticas femininas e narrativa atuais.

Já há algum tempo temos realizado projetos relacionados a games e notamos, desde o início, uma predominância na participação de homens.

Mulheres participarão do 'Women Game Jam', que ocorrerá no Goethe-Institut SP, em novembro.Procuramos saber o porquê e descobrimos que muitas mulheres interessadas não se inscreviam porque não se achavam suficientemente capacitadas para atuar nesta área, ou porque não achavam que seriam selecionadas apenas porque eram mulheres”, avalia Simone Malina, responsável pelo Marketing e Comunicação do Goethe-Institut São Paulo.

Ao longo de duas semanas, as participantes terão encontros com profissionais da área como Brie Code, desenvolvedora de games e que já trabalhou na série Assassin’s Creed.

Queremos que os jogos retratem também a realidade das mulheres e que elas possam inserir sua narrativa nos games”, ressalta Simone Malina.

O resultado será apresentado em 10 de novembro, no SP_Urban Digital Festival, que ocorrerá no Museu da Imagem e do Som (MIS). O público poderá jogar os games criados e o material será projetado na fachada do edifício da Fiesp, na avenida Paulista. Quem passar pela via entre os dias 11 e 26 de novembro poderá ver o trabalho das aspirantes à programadoras.

Com informações de Terra

Compartilhe nas redes sociais