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Secretaria de Política para Mulheres planeja elaboração de políticas voltadas para mulheres indígenas do Xingu


Secretaria de Política para Mulheres planeja elaboração de políticas voltadas para mulheres indígenas do Xingu

A secretária nacional de Políticas para Mulheres, Andreza Colatto, anunciou que planeja elaborar políticas voltadas para mulheres indígenas do Xingu. Na entrega do Prêmio de Direitos Humanos 2018, no dia 21 de novembro, a secretária disse que após indicar seu nome para a premiação, se encontrou com uma das personalidades agraciadas, a pajé Mapulu Kamayurá, líder indígena do Xingu que é responsável pelo projeto para saúde dos povos, para discutir as considerações da comunidade da aldeia e traçar planos de atuação da secretaria.

Tenho interesse na elaboração de política pública voltada para mulheres indígenas. O principal relato que a pajé me fez foi da dificuldade da aldeia de obter medicamentos básicos. Então, para curto prazo, tenho planos com a Mapulu, de visitar a aldeia e também levar a causa ao Ministério da Saúde, para que também possam ir até lá, estudar uma maneira de enviar esses medicamentos mais urgentes”, afirmou a emedebista.

Mapulu apresentou à secretária alguns projetos de autonomia econômica voltados às mulheres indígenas do Xingu.

Já consegui, junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), um telecentro para essas mulheres e para a aldeia como um todo. Para isso, levaremos 10 computadores para qualificação, especialmente das mulheres, mas também de toda a aldeia. Esses trabalhos realizados por elas de Artesanato, produtos naturais de extrativismo, que muitas vezes são repassados a terceiros, que acabam recebendo por isso, têm que gerar renda e autonomia para o Xingu. Podemos ajudar nesse sentido”, explicou a secretária.

Andreza também falou sobre a carência de estrutura adequada nas aldeias, um problema especialmente difícil para mulheres. A Secretaria de Saúde Indígena, inclusive, chega a contratar profissionais indígenas que vão conhecer melhor e entender a cultura para poder atuar de maneira respeitosa.

Com a força da nossa secretaria, pela força do MDH, acredito que essa mulheres possam ter mais visibilidade e a comunidade do Xingu seja olhada com mais cuidado”, concluiu Andreza.

Com informações de MDB Mulher Nacional

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